prática externa









por Simone Bilhalva
Fotografia Profissional - www.cameraviajante.com.br

FATOR DE CORTE

Uma das coisas menos conhecidas e que, é de vital importância é o fator de corte, ou Crop Factor.

O Fator de corte é bem simples na verdade.
É um fator de compensação inventado quando deixamos de usar o filme e começamos a usar sensores nas câmeras digitais (compactas ou profissionais).

Mas porque essa compensação?

Quando usavamos filme fotográfico, todos tinham um tamanho padrão de 35mm (na largura).
Agora existem os sensores que captama luz tal qual um filme, mas elaborar um sensor desses com 35mm (chamado Full Frame) é muito caro e só existem em câmeras mais caras, as vezes até consideradas de ponta. Nas câmeras mais avançadas, geralmente profissionais (DSLR) são usados sensores chamados APS Size, que variam um pouco o tamanho de marca para marca, mas são aproximadamente 23X15mm.

E o que muda na câmera isso?

Na câmera nada, muda na lente.
Quando compramos uma lente, uma das primeiras specificações que vemos é a Distância Focal.
Uma 18-55mm, ou seja, a DF mínima é de 18mm e a máxima é de 55mm (DF próxima ao do olhar humano)… ou seria, se estivesse usando uma câmera full frame. Como o sensor é menor que 35mm essa distância focal aumenta.
- Fica mais fácil conseguir uma tele-objetiva, por exemplo uma 55 mm se comporta como uma 88mm e uma 200mm vira uma 320 mm.
- Gasta-se muito mais para conseguir uma grande angular comum, por exemplo, uma 18mm agora é uma 28,8mm.


Então como eu sei qual a “nova” D.F. da minha lente?

É aqui que entra o Fator de Corte própriamente dito. Para conseguir esse fator é só dividir 35mm(largura de um flme) pela largura do sensor, o quociente dessa divisão será o fator de corte. Vamos ao exemplo: as dimensões do sensor da minha câmera são 22.3 X 14.9. Então eu divido 35 por 22,3. 35/22,3=1,5695…aproximadamente 1,6. Outro meio de descobrir é procurar nas especificações da sua máquina, os fabricantes devem sempre indicar qual o fator de corte.

Agora que temos o fator de corte é só multiplica-lo pela D.F. da lente.
Exemplo: meu fator de corte é 1,6 minha lente é uma 18-55mm, então fica 18 x 1,6 = 28,8 e 55 x 1,6 = 88. Logo, a lente nesta camera se comporta como uma 28-88mm. É necessário resaltar que como o fator de corte é abtido através das dimensões do sensor da câmera, uma mesma lente pode se comportar de diferentes modos em diferentes câmeras.

equipe em prática









.



FOTOGRAFIA PROFISSIONAL CÂMERA VIAJANTE

DICA DO LEANDRO

Pessoal, ebooks gratuitos sobre fotografia.

É só acessar o endereço do site abaixo, se cadastrar e “comprar” os ebooks. O procedimento é o mesmo de uma compra normal, apenas que o valor é zero. Em seguida vc recebe o link para download..

Recomendo
Leandro


JPEG vs RAW deve ser um dos assuntos que mais é conversado entre fotógrafos, mas muitas vezes quando pensamos em fotografia, mas normalmente é que damos menos importância é o formato que vamos utilizar para capturar o momento. Todos em algum momento se perguntaram ou não se perguntar, mas porque eu fotografo em RAW/JPEG?

Quando perguntamos para as pessoas qual o formato de arquivo que elas fotografam, a resposta é muitas vezes RAW ou JPEG. Nessa hora gosto muito de criar pequenos diálogos e às vezes deixo as pessoas sem saber o que falar (por incrível que pareça).

(EU) Qual formato que você usa para fotografar?
(ELE) Eu só fotografo em RAW
(EU) Mas por quê?
(ELE) Por que é melhor, sem comparação com o JPEG.
(EU) Sério? Mas porque ele é melhor? (Nesse momento a pessoa me olha e muitas vezes nem sabe o que responder).
Eu não condeno quem não sabe do assunto, pois ninguém nasce sabendo e ninguém aprende da noite por dia, para tudo é preciso muita dedicação, treinamento e testes.

Com esse eBook JPEG vs RAW pretendo mostrar pra vocês alguns pontos positivos e negativos de cada formato, explicando de forma simples e direta.

Espero que com ele, vocês possam saber o momento certo de utilizar cada formato, e que possam explicar quando perguntarem, passando esse conhecimento à frente.


O que é ISO ?

Antigamente, antes do advento das populares máquinas digitais, todas as máquinas fotográficas trabalhavam com um filme fotográfico que tinha um certo número de poses (fotos a serem tiradas), 12,24,36 etc e uma ASA ou ISO.
Você colocava esse filme na máquina, e batia todas as poses, o filme rebobinava, você tirava ele da máquina e levava para uma reveladora. Essa última parte continua mais ou menos igual, só que em vez de leval o filme nós levamos um pendrive, um cartão de memória, um CD e por aí vai.

Quando se comprava um filme e colocava-o na máquina, era necessário gasta-lo, bater todas as fotos antes de tira-lo de lá, senão perdia-se o rolo todo. Então quando colocavamos um filme de 24 poses e ASA 100 era necessário tirar as 24 fotos e todas sairiam com ASA 100. Mas o que é ASA 100?

ASA, agora chamado de ISO (International Standard Organization) é a sensibilidade do filme à luz, ou seja, quanto maior o ISO menos luz era necessária para escurecer os sais de haleto de prata, componente responsável por fixar a luz no filme nos dando uma foto. Hoje em dia o processo final mudou, mas a finalidade é a mesma. Nas máquinas digitais obviamente não existe mais filme (e sim um sensor que capta a luz), portanto não existe mais sal de haleato de prata. Entretanto, o papel do ISO continua o mesmo, tornar o sensor mais sensível a luz, portanto quanto maior o ISO menos luz é necessária e o contrario também é verdadeiro.

Mas há muito mais no ISO.
Quanto maior o ISO, menor a nitidez.
Aumentar o ISO aumenta a sensibilidade, mas também ocorre perda de resolução e nitidez.

Com um ISO 100 temos bastante nitidez, mas é necessário um dia ensolarado ou diafragma aberto e longo tempo de exposição. Um ISO alto como 800, 1600 ou até mesmo 3200, nos dá maior liberdade na hora de mexer com o diafragma e o obturador. Nos permite fazer fotos com curto tempo de exposição (1/800) e boa Distância Focal (f18). Nessas condições com um ISO 200 a foto provavelmente sairia escura, mas em um ISO 3200 ela sai com uma boa claridade, porém, como ja mencionado, com perda de resolução.

O ISO ideal para o dia-a-dia é o 200 ou até um 400. Para dias ensolarados, praias etc, um ISO 100 é mais recomendado. Para fotos internas onde não queremos usar o flash, recomenda-se um ISO 800. Para shows, teatro ou lugares escuros onde o flash é proibido ou inútil devido a distância (palcos etc), podemos usar um 1600 ou 3200, há cameras que chegam até 6400. No caso de shows, as vezes a perda de nitidez (ou granulação) é um fator irrelevante.


dica: espacointegral


FOTOGRAFIA PROFISSIONAL CÂMERA VIAJANTE

DICA DO LEANDRO DE OLIVEIRA

Pessoal, fiz um comentário em uma foto de uma colega, sobre saturação excessiva, e ela me comentou sobre a diferença que ela via no note dela e depois em outros computadores.
Isso existe mesmo e a diferença não é sutil, mas é contornável com o uso de monitores de qualidade$$ e um calibrador$$..

Mas....tem uma solução paliativa, que é a utilização de softwares de calibração, que nos ajudam a deixar o monitor com cores mais próximas do real.

O que eu uso, se chama Calibrize e pode ser baixado gratuitamente em www.calibrize.com.

É só instalar e seguir as instruções na tela.

A diferença é gritante em alguns casos.

Abraços


Leandro

DIAFRAGMA X OBTURADOR

Quase tudo na fotografia se resume a quantidade de luz.


Dois modos de regular essa quantidade de luz é abrir ou fechar o diafragma e aumentar ou diminuir a velocidade do obturador. E já que existem duas formas de fazer a mesma coisa, então há uma relação entre esses recursos.

Quando abrimos o diafragma, deixamos entrar mais luz. Se a velocidade do obturador estiver baixa, entrará mais luz ainda, isso provavelmente tornaria a foto muito clara. Se o Diafragma estiver fechado e a velocidade muito alta teremos o oposto e nossa foto ficará muito escura. Então, se abrirmos o diafragma, teremos que aumentar a velocidade do obturador e vice-versa.

Porém, não é tão simples assim. Cada elemento tem funções secundárias individuais.



Diminuir o tempo de exposição pelo obturador significa maior velocidade, o que pode ser essencial em alguns casos, como congelar um pássaro em pleno voo, capturar um carro em alta velocidade sem deixar rastro e por aí vai. E o oposto também vale, as vezes queremos menor velocidade para, em vez de congelar o pássaro, pegar o rastro do bater de asas.



A escolha da velocidade é muito utilizada para fotografar água corrente, em determinado caso a água assume diferentes aspectos. Se fotografarmos água corrente como em uma bica, torneira etc, em altíssima velocidade (1/1000) ela ficará com aspecto congelado, cristalizado. Se batermos a mesma foto com longa exposição (1/4, 0″5…), a água parecerá fluir, escorrer.

O diafragma também tem seus recursos secundários. Se abrirmos todo o diafragma teremos uma menor Distância Focal, ou seja, na hora de bater a foto escolheremos focar no primeiro plano ou no segundo. E quando focamos em um, desfocamos o outro (muito utilizado para retratos, detalhes, macros etc).

Já com o diafragma totalmente fechado a distancia focal aumenta e, dependendo da distância entre os planos, poderemos colocar o primeiro e o segundo plano em foco (utilizado para paisagens, foto a distância etc).

Então devemos avaliar o que realmente importa no momento, se é a velocidade ou a distância focal, pois ao ajustar um teremos que ajustar o outro. Se abrirmos o diafragma para ter menos D.F. teremos que diminuir o tempo de exposição para obtermos uma boa luz. Se aumentarmos o tempo de exposição para captar movimento, teremos que fechar o diafragma para que a luz continue controlada.

É uma relação inversa: Diminuiu o tempo de exposição, aumente o diafragma. Aumentou o tempo de exposição, diminua o diafragma.





dica : espacointegral


prática com modelo




www.cameraviajante.com.br
.



FOTOGRAFIA PROFISSIONAL CÂMERA VIAJANTE

DICA DA ANA ALMEIDA:

Olá pessoal,

Achei no youtube vários vídeos de como obter certos resultados desejado especialmente pelas mulheres:

O efeito boneca - http://www.youtube.com/watch?v=Ob6cBzTXRz8&feature=relmfu

Emagrecer - http://www.youtube.com/watch?v=KgUi2CJa390 - Na real o cara fez mágica...haushaus

Tratamento de pele - http://www.youtube.com/watch?v=2t68xOF8GsY


Mais em :

http://www.facebook.com/#!/home.php?sk=group_205639646119005&ap=1


Dica pra quem curte facebook:









Pôr do Sol - Itapuã






Por Simone Bilhalva

" SOBRE MULHERES "




Exposição fotográfica que retrata a essência da mulher acontece com o objetivo de tornar mais 'público e explícito' esta alma feminina "tão ímpar e preciosa"!!


Sempre um olhar de amor!!
A mulher tem um olhar ímpar quando se trata de quem e daquilo que ama!

A arte de ser mulher - assim como a beleza feminina - é algo inexplicável!

Diferentes estilos, nuances, toques num tipo de singularidade característica da alma feminina pelo simples fato de ser mulher.


Mulheres!!!
Todas tão ímpar e todas tão mulher.



"Retratar a alma feminina é um desafio, e, retratar o olhar que parte dela para o mundo é uma tarefa de amplitude infinita, ou no mínimo complexa."
Simone Bilhalva _ fotógrafa e produtora
Sobre Mulheres _ Projeto fotográfico S 05 Produção
Mais em:
...


www.brasilrs.com.br


S 05 Produção lança um portal de turismo e desenvolvimento rico em informações para os curiosos, apreciadores e pesquisadores que andam ou que querem andar mundo afora.
Além de sessões turísticas formatadas com fotos, vídeos e dicas, também, o site, se propõe a destacar e divulgar potenciais nas áreas de fotografia, empreendedorismo e cultura.
Também trazendo links com todos os assuntos e meios envolvidos com os acontecimentos turísticos e a produção para que o turismo aconteça.
...
...
...

...


N'água por Simone Bilhalva

Muitas vezes nas cores da água cristalina se reflete

a luz do sol criando cores e brilhos especiais!

Reflexo ouro-velho

Reflexo ouro-velho II




Reflexo ouro-velho III


Por Simone Bilhalva

BRA


mais em:


Galeria Urbana p/ Dani Botelho








A cidade, as ruas, as pessoas e os muros que nos cercam formam nosso cotidiano urbano, e podem se tornar cenários quase impercebíveis , ou até mesmo invisíveis.

A correia do mundo globalizado faz com que não percebemos o principal pano de fundo de nosso dia-a-dia, a cidade.




A arte urbana, em especial o grafite que utiliza os muros das cidades para manifestar suas expressões artísticas, talvez seja hoje a melhor forma de manifesto que valoriza a cidade.

Através do ensaio, Traços Urbanos buscou-se valorizar esta categoria, o grafite, que ao poucos deixa de ser vista como mero vandalismo e passa a ser incluída no âmbito das artes visuais.










Galeria Urbana.

Fotos e texto: Dani Botelho

Modelo: Karine Kapiadi