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Flash de estúdio - iluminação

O Flash de estúdio ainda é a melhor opção na fotografia de pessoas ou grupo de modelos com câmeras digitais ou convencionais:

Em função da possibilidade de trabalhar com velocidades mais altas
A Iluminação halógena que seria uma outra opção proporciona muito calor e um alto consumo elétrico
A iluminação luz fria tem ainda alguns sérios problema a ser corrigidos, a falta de potência em sua iluminação de valor mais acessível e o alto custo de modelos de maior potência, porém é uma boa iluminação para fotografar produtos pequenos.

O Flash de estúdio continua sendo insuperável para atender o maior números de fotos em seu estúdio, sua utilização é de praticamente em 100% das fotos.



Acessórios para Câmeras Profissionais

Bolsas – Tem dos mais variados tipos, tamanhos e materiais. Há pequenas que cabem somente a câmera e talvez o carregador de bateria, há um pouco maiores que é possível colocar algum cabo de transferência, bateria extra e há verdadeiras malas de viagem, com compartimentos para notebook, um tripé pequeno, lentes extras, cabos, cartões etc.

Cartão de memória – como as profissionais tiram fotos mais pesadas (com 18Mb ou mais), alguns fotógrafos têm vários cartões de memória e um pequeno case para transportá-los.

Tripé – os mini-tripés que servem nas câmeras compactas são leves e pequenos demais para aguentar o peso de uma câmera profissional, mas há tripes medios e grandes (chegando até 2m) que são ideais. Os tripés funcionam bem quando queremos travar um certo ângulo e enquadramento ou queremos fotos em baixa velocidade, baixo ISO, diafragma aberto… (com o tripé as fotos não saem tremidas).

Lentes – Como nas profissionais a lente é intercâmbiavel, ou seja, é possível trocar de lente (e cada uma tem uma função específica), então a própria lente passa a ser um acessório. Cada lente tem suas características próprias e devem ser bem analisadas antes de comprar (distancia focal, luminosidade, diametro etc).

Filtros – Nas DSLR os filtros são bem importantes, uns mais do que outros. O filtro UV, que protege a lente dos raios ultravioletas, é imprescindível. Um filtro polarizador, que evita reflexos em vidros e também proteje a lente, é uma boa escolha. E há outros filtros para outros tipos de efeito: filtro estrela (faz aquele cruz no brilho de algo), warm-up (aquece as cores tornando-as mais vivas), filtro alaranjado (torna suas fotos avermelhadas), “noite-americana” (azula a foto de tal forma que faz o dia parecer noite) e por aí vai.

Flash – A maioria das câmeras profissionais possuem flash integrado, mas é relativamente fraco e de curta distância. É possível comprar flash mais potentes e inteligentes e adaptá-los à câmera.

Grip – O grip é um acessório que se conecta no lugar da bateria. Ele é útil de diversas formas, ele aceita duas baterias por vez ao invez e uma (como é habitual nas câmeras), facilita a empunhadura para tirar fotos verticais e tem algum botões inteligentes também para facilitar nas fotos verticais.

Protetor de LCD – Aqui esses protetores são mais necessários, pelo fato do LCD das profissionais ser mais delicado e frágil (em compensação tem mais definição). Há protetores que são apenas folhas de um material parecido com o acetato e há protetores de plástico, como uma capa dura de plástico para o LCD.

Ainda há outros acessórios menos relevantes como cabos HDMI, úteis para passar fotos em TVs de alta definição, baterias extras, cases para tirar fotos em baixo d’agua etc.

dica: espacointegral

Escolher a câmera profissional...


Entendendo o que é uma câmera DSLR



DSLR significa Digital Single-Lens Reflex, traduzindo fica algo como “(câmera) Digital de Reflexo por uma Lente”.


Este tipo de câmera usa um jogo de lentes, prismas e espelhos para visualizar e fotografar a imagem. Elas são chamadas de profissionais pois costumam apresentar recursos e liberdades que as compactas não possuem, como por exemplo, liberdade de mexer na abertura do diafragma, na velocidade do obturador, regular o foco e o zoom na própria lente, possuem lentes intercambiáveis (pode-se separar o corpo da maquina, da lente), o controle de velocidade pode chegar a “Bulb”, ou seja, obturador totalmente aberto por tempo indeterminado.

Diferentemente das compactas, as profissionais não inundam o mercado e nem são tão fáceis de comprar. O preço varia entre R$2.000,00 até R$7.000 e as vezes mais.

Então as câmeras profissionais são para:

-Aqueles que já sabem como usar ou querem aprender a usar todos os recursos de uma boa câmera

-Não se importam com o peso e o tamanho da câmera

-Têm dinheiro para investir em fotográfia

-Possui um computador com bastante espaço livre no HD ou HD externo grande.

-Preza boas fotos e quer tirar o melhor de cada momento

-Pretende tirar fotos grandes e manter a qualidade da imagem

O que devemos prestar atenção na hora de comprar nossa câmera profissional:

1- Megapixels contam pontos. Ao contrário das compactas, aqui não precisamos economizar nos megapixels, afinal, queremos fotos que possam ser ampliadas além de 20×30. Uma de 15 Megapixels nos dá liberdade de brincar com o tamanho da impressão.

2- As lentes são a alma. Nas profissionais chamamos tudo que está para tras da lente de “corpo da máquina” e se aquela parte é o corpo, a lente é a alma. Já que as lentes são intercambiáveis, pode-se comprar alguns tipos de lentes e troca-las para conseguir diferentes tipos de fotos. Como lente básica, procure alguma que vá de 35mm até 80mm ou 18mm até 55mm. São lentes básicas, ótimas para começar.



3- Recursos básicos que merecem verificação. Verifique se é fácil ajustar a velocidade, a abertura, o ISO. Cheque se o menu é claro e organizado. Isso vale alguns pontos na hora da escolha.

4- ISOs podem ser poderosos. Veja até quanto vai o ISO da câmera. Uma que tenha ISO até 3200 já está ótima, mas nada impede de dar uma olhada em algum modelo que tenha ISO até 6400. Caso não disponha de muito dinheiro, um ISO de 1800 quebra o galho, mas de preferência ao de 3200. Lembre-se que o ISO ajuda a fotografar quando há pouca luz, mas a imagem também pode ficar com ruido e, portanto, perder um pouco da qualidade.

5- De olho na memória. Sempre de prêferencia para marcas ou modelos que utilizem cartões mais genéricos como o SD. A dica aqui é comprar o Micro-SD e comprar os adaptadores para Mini-SD e SD, assim você poderá usar seu Micro-SD em quase todos os lugares. Quando comprar seu cartão, eu recomendo um de 8Gb no minimo, para não ter problemas com armazenamento.

6- As baterias. Geralmente as câmeras profissionais funcionam a bateria que pode ser removida da máquina e carregada. Uma dica é sempre ter uma bateria extra e carregada para caso a outra descarregue ou falhe.

7- No final, peso e altura valem pontos. Uma forma de desempate entre modelos de cameras é verificar o peso e o tamanho. Ás vezes uma um pouco mais leve ou com um formato um pouco mais anatômico resolve o empate.

8- Pequenos extras legais. Não há tantos modelos de profissionais quanto há de compactas, porém todos tem uma pequena diferença. Verifique os pequenos extras do tipo: sensor que desliga o LCD ao chegar com o rosto perto da câmera, facilidade de encontrar os botões para mudar luz, formato da foto, tipo de gravação etc.

9- Raw X JPG. Procure máquinas que gravem fotos em formato RAW (que é o formato nativo e de melhor qualidade), mas que também gravem em JPG (que é comprimido, porém genérico. Fácil de visualizar por qualquer programa). E as oferecem também gravação em formatos mistos de Raw+JPG são ótimas.


dica: espacointegral

CâMERA: diafragma fotográfico

O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico.

É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objectiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material foto-sensível.

O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 44, 64 etc, sendo que, quanto menor for o número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar e, quanto maior o número f, menor a quantidade de luz que passará pelo diafragma.

Cada número maior, ou seja, mais fechado, representa a metade da luz que a abertura anterior permite passar, assim como a cada número menor, ou seja, mais aberto, permite a entrada do dobro de luz.

Escalas de aberturas
A atual escala de abertura utilizada é obtida através da:





Onde:

f é o valor do diafragma obtido
DF é a distância focal
A é o diametro da abertura, em milímetros

Diafragma e a profundidade de campo
Os diferentes valores de abertura do diafragma também geram diferentes efeitos de profundidade de campo, e consequente aparência de foco.

Diafragmas mais fechados tendem a proporcionar maior "foco", enquanto diafragmas mais abertos tendem a fazer o oposto, tendo em vista que ele aumenta ou diminui a profundidade de campo.

Diafragma e a nitidez
Em geral, recomenda-se sempre utilizar as aberturas medianas da objetiva que será utilizada, pois elas contêm a menor probabilidade de causar aberrações cromáticas e de problemas de refração nas bordas (quando utilizadas próximas a abertura máxima), ou de difração com o uso de aberturas muito pequenas.



diferentes aberturas do diafragma



Câmera fotográfica




A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras electronicamente.


Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotosensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.



Os controles das câmeras podem incluir:

Foco
Abertura das lentes
Tempo de exposição (ou velocidade de abertura do obturador)
Distância focal das objetivas fixas: (tele-objetiva, normal ou grande-angular), ou variáveis (zoom)
Sensibilidade do filme
Fotômetro




CÂMERA: obturador


Velocidade do obturador

A velocidade do obturador pode impactar de forma dramática na aparência de objetos em movimento.A velocidade do obturador ou tempo de exposição, em fotografia, está directamente relacionada com a quantidade de tempo que o obturador da máquina (câmera) fotográfica leva para abrir e fechar, deixando passar a luz que irá sensibilizar a película fotográfica ou o sensor digital CCD/CMOS e formar a imagem.


Velocidade baixa do obturador (exposição longa)

Velocidade alta do obturador (exposição curta)
Velocidade baixa do obturador (exposição longa)
Velocidade muito baixa do obturador (exposição muito longa)



É fácil de perceber que se deixar a máquina a receber luz durante 10 segundos, só vai ficar uma imagem estática e bem definida se nada no cenário que estamos a fotografar se movimentar durante este tempo.

Quanto menor o tempo de exposição, menos luz é absorvida no interior da máquina, maior a abertura do diafragma necessária para se obter uma exposição correta.

O tempo de exposição é normalmente dado no formato 1 / x , em que X representa uma fracção de tempo em segundos. Os valores comuns são:

1/8000 s
1/4000 s
1/2000 s
1/1000 s
1/500 s
1/250 s
1/125 s
1/60 s
1/30 s
1/15 s
1/8 s
1/4 s
1/2 s
1 s
B (de bulb) — Que mantém o obturador aberto enquanto o botão disparador estiver pressionado.
Apesar de muito popular no meio fotográfico, o termo velocidade não é correto, pois o obturador, como vimos, trabalha com tempos de exposição, em geral frações de segundos, e isto não está relacionado com rapidez de operação ou de exposição.

Demonstração em foto noturna de como maiores tempos de exposição influenciam a formação da imagem.
Fotografias obtidas com a mesma abertura do diafragma





Controle da imagem

Velocidade do obturador
O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjectiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objectiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a acção, a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.


Efeito de Panning
Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".


Congelamento
A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir directamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.


Sugestões profissionais
Se tenciona ampliar a fotografia para o tamanho de um poster, qualquer movimento do motivo será muito mais perceptível do que se a utilizar em formato miniatura em uma página web.
Lembrar-se de que há movimento em que muitas cenas que à primeira vista parecem estáticas: pessoas a passar em uma foto de arquitectura, pássaros a voar em uma paisagem e árvores que se vergam ao vento. Poderá ser necessário aumentar a velocidade do obturador para compensar.
Uma velocidade do obturador que congele um movimento por completo poderá não dar os melhores resultados. Muitas vezes há um mérito artístico ao sugerir velocidade, deixando que o motivo crie um desfoque no filme.