Edgar Neumann



Books and Nude Photographer, Photography Teacher
Fotógrafo de Book, Sensual, Nu Artístico e Professor de Fotografia
Porto Alegre, Brazil





edgarn@terra.com.br
edgar@edgarneumann.com.br







O FOTÓGRAFO:
Sou apaixonado pela fotografia há muitos anos, quando “devorei” meu primeiro livro sobre fotografia.
Em 2003, quando comprei a primeira câmera digital, uma Olympus de 1.3 MP, é que comecei a levar a fotografia mais à sério.
Mesmo trabalhando em outra atividade, fiz cursos em diversas áreas da fotografia, nas quais tenho interesse e fotografando bastante, inicialmente de graça, para criar experiência, principalmente fotografando modelos.
Mais tarde surgiu a especialização em Retrato e Teatro, com a professora Fernanda Chemale, e Moda, com a Márcia Molina.
O Teatro mostrou-me uma área apaixonante, tanto quanto a de retrato de modelos.
No meio teatral fotografei diversas peças e depois várias atrizes.
Em 2007 encontrei outra área apaixonante, a Fotografia de Nú.
Em 2008, mais uma paixão: Ministrar aulas de Fotografia e Edição de Imagem, além de Powerpoint e Criação de Audiovisual, na Escola Câmera Viajante...


COMPOSITES Simone Bilhalva








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SIMONE BILHALVA FOTOGRAFIA



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Literatura p fotografia




Iluminação em Estúdio
Técnicas e truques para fotógrafos digitais
Por Christopher Grey

Indicado para novatos e profissionais, o livro é leitura obrigatória para aqueles que desejam conhecer e controlar a luz em estúdio. Nele, o autor aborda dentre vários assuntos, a luz e suas qualidades (cor, contraste e direção), indica os melhores equipamentos e como usá-los, mostra como utilizar o fotômetro para obter o resultado pretendido além de apresentar uma série de estudos de caso revelando suas técnicas e segredos em cada situação.

Domine a luz e surpreenda!

Nesta obra você vai encontrar mais de 190 fotos comentadas
e mais de 40 esquemas de iluminação com diagramas explicativos

Ao ler este livro você vai:
• aprender como utilizar e calibrar o seu o fotômetro;
• explorar os recursos oferecidos por sombrihas, sotfboxs, striplights, colmeias, refletores, etc;
• entender como controlar a luz de cabelo, luz de fundo, sombra de nariz, high keys, low keys e muitos mais;
• antecipar soluções com a análise de vários estudos de caso;
• acompanhar o autor em quase 200 imagens e em mais de 40 esquemas de iluminação



Mais dicas:













Portfólio Virtual:

"falando em casamento..."




fotografia por Simone Bilhalva
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"Amanda em roxa-luz"




fotografia por Simone Bilhalva
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Flash de estúdio - iluminação

O Flash de estúdio ainda é a melhor opção na fotografia de pessoas ou grupo de modelos com câmeras digitais ou convencionais:

Em função da possibilidade de trabalhar com velocidades mais altas
A Iluminação halógena que seria uma outra opção proporciona muito calor e um alto consumo elétrico
A iluminação luz fria tem ainda alguns sérios problema a ser corrigidos, a falta de potência em sua iluminação de valor mais acessível e o alto custo de modelos de maior potência, porém é uma boa iluminação para fotografar produtos pequenos.

O Flash de estúdio continua sendo insuperável para atender o maior números de fotos em seu estúdio, sua utilização é de praticamente em 100% das fotos.




Gabriel quase p&b


fotografia por Simone Bilhalva

Iluminação na fotografia

Em fotografia, a luz é tudo.
A própria palavra, que deriva de dois vocábulos gregos, significa "escrever com a luz".
Entender e dominar a luz é um dos maiores desafios de um fotógrafo.

Luz natural
A luz natural é proporcionada pelo sol, que pode incidir diretamente ou indiretamente sobre o assunto. O aspecto da luz solar pode variar de acordo o horário e o tempo, resultando nos mais diversos aspectos à sua fotografia. Ao amanhecer, por exemplo, provoca tons quentes, com cores avermelhadas ou alaranjadas que são muito agradáveis para paisagens. A intensidade da luz logo pela manhã e à tarde é mais fraca, e produz imagens com boa definição e detalhes definidos, sem exagerar no contraste.
Nestes horários, a luz incide de forma lateral, iluminando diretamente os objetos fotografados e criando sombras que dão volume e realçam as formas dos elementos da fotografia. No pôr-do-sol, observe com paciência todas as variações de tonalidades e cores que vão ocorrendo e aproveite, pois são momentos em que podemos conseguir belas imagens!


Luz dura e luz suave
Nas primeiras horas da manhã e à tarde a luz é mais suave, ou seja, mais fraca, como também direcionada. A iluminação durante o resto do dia tem intensidade mais forte, produz imagens com sombras densas e também causa o efeito de "estourar" a imagem, em que áreas mais claras da foto perdem totalmente a definição e ficam totalmente brancas. Este tipo de iluminação é chamada de luz dura.
Evite fotos de pessoas ao ar livre nos horários em que o sol é mais forte, pois além da iluminação dura, a direção de cima para baixo do sol a pino causa sombras fortes embaixo dos olhos e pescoço.
Uma boa solução quando precisamos fotografar uma pessoa ao ar livre é colocá-la embaixo de uma sombra. Você pode utilizar uma árvore ou qualquer outro local onde a luz não incide diretamente, pois neles a iluminação é mais suave, produzida por raios solares indiretos. As imagens obtidas com esta iluminação têm boa definição e realçam os contornos e detalhes do personagem.

Dias nublados também nos fornecem luz suave. As nuvens funcionam como um difusor, suavizando os raios solares e tornando a luz mais fraca.

Luz artificial
Além da luz natural, podemos usar outras fontes para iluminar nossas fotografia. Na maioria das vezes, usamos uma luz artificial quando a luz natural não é suficiente para iluminar a cena fotografada, como dentro de um ambiente fechado, ou em cenas noturnas.

A fonte de luz artificial mais usada é o flash eletrônico. Atualmente, todas as câmeras amadoras e semi-profissionais já tem um embutido no corpo da câmera, e funciona de maneira automática. Qualquer outra fonte de luz pode ser usada para iluminar uma cena a ser fotografada, como um holofote, lâmpadas, velas... São as chamadas "fontes de luz contínua".

Cor da luz
Um detalhe importante que deve-se observar quando se usa iluminação artificial é a temperatura de cor. Ela é medida em graus Kelvin e indica. A luz do meio-dia, com temperatura de 5500º Kelvin, é a que mais se aproxima da luz branca.

Fontes de luz com temperaturas mais baixas, como um holofote em uma peça de teatro, uma lâmpada incandescente, ou uma vela, têm temperatura de cor de 4000º Kelvin, que produz luzes amareladas, tons "quentes". Por outro lado, a luz "fria" de tem temperatura maiores, de aproximadamente 8000º Kelvin, produzindo tons azulados.

Diferença entre Grande Angular e Tele Objetiva

Grande Angulares e Tele Objetivas são os nomes de tipos de Lentes de acordo com a sua Distância Focal

Grandes Angulares são lentes com “visão mais aberta” enquanto

Tele Objetivas são lentes com “visão mais aproximada.”

GRANDE ANGULAR
• Visão bem aberta
• Tudo parece mais longe entre si
• Cantos distorcidos

TELE OBJETIVA
• Visão mais fechada ( “Zoom” )
• Tudo parece mais perto entre si
• Perde-se um pouco da tridimensionalidade

E as lentes normais, aonde se encaixam?
A lente normal mostra as coisas do jeito que o nosso olho vê.
A distância entre as coisas, a distorção… é o nosso parâmetro base por causa da nossa visão. As lentes 50mm são dessa categoria.

tchê-luz






fotografia por Simone Bilhalva
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Fotografar a Lua

Dicas:
A Lua é muito brilhante, então fotografá-la vai ser como fotografar algo de dia.
ISO baixo, Velocidade alta, abertura pequena.
( por isso que fotografar com qualquer câmera de ajustes automáticos não vai dar certo: a câmera vai detectar a escuridão e só um pontinho claro, e vai fotometrar tentando achar o meio tom - resultado: o céu continuará escuro e a Lua vai virar uma machinha branca no meio da escuridão)

Se você quer crateras, detalhes e definição o segredo é usar o modo manual de ajustes da sua câmera para manter o céu escuro e conseguir os detalhes na Lua.

Se você puder usar o modo de medição (metering mode) Spot, melhor: assim o fotômetro interno da câmera vai saber que é justamente aquela bolinha no meio da escuridão que interessa.

Use a Distância Focal mais longa que você tiver disponível

Use um Tripé e Foco Manual

Como é possível conseguir aquele efeito de lua enorme?
O segredo dessas fotos está na distância focal, e não na distância da Lua.

Quanto maior a distância focal mais próximos os objetos parecem estar entre si? Então, o mesmo acontece com a Lua: se você está longe de uma paisagem e também está longe da Lua, ao usar uma distância focal super longa a Lua vai parecer maior, pois parecerá mais próxima da paisagem.

(dica de fotografia)

Nath & Bi



fotografia por Simone Bilhalva
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Foco e profundidade de campo

Esses dois item definem a nitidez da nossa imagem:

Onde fica essa nitidez (foco)?

Quantas partes da foto ficarão nítidas (profundidade de campo)?

Foco
O foco pode ser manual ou automático. Manualmente você gira o anel da sua lente. Nas lentes automáticas você pressiona o botão do obturador somente um pouco (meio-toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.

Profundidade de campo
A profundidade de campo define o quanto os objetos “próximos” do objeto que você decidiu ser o foco estarão focados também.
Vamos passar a chamá-la de “DOF”, pois é mais curto. DOF vem de “Depth of field”, Profundidade de Campo em inglês.


Quando o DOF é maior quer dizer que tanto os objetos à frente do escolhido como ponto focal quanto os que estão atrás também ficarão com um bom foco.

Quando o DOF é menor os objetos à frente e atrás do objeto escolhido como ponto focal ficarão sem foco antes.

A profundidade de campo é menor se os objetos em volta do destaque estão desfocados.
Quando a profundidade de campo é maior os objetos em volta continuam nítidos (mas nunca tão nítidos quanto o ponto principal de foco)

Fatores que influenciam a profundidade de campo

Abertura
Quanto maior a abertura, menor o DOF – e vice-e-versa.

Proximidade com o objeto
Quanto mais próximo do objeto você estiver, menor o DOF – e vice-e-versa.

Distância focal
Quanto maior a distância focal (“zoom”), menor o DOF – e vice-e-versa.

Balanço de Branco

O Balanço de Branco faz com que as cores da nossa foto sejam iguais às cores da realidade, dependendo da luz que está iluminando nossa cena.

O balanço de branco existe porque existem vários tipos de luz por aí.

E dependendo da luz que bate na nossa cena as cores podem ficar diferentes.

Isso acontece porque cada tipo de luz tem uma temperatura de cor.

Por vezes fotografamos com a luz do sol. Às vezes fotografamos com uma luz artificial como o flash ou uma lâmpada. Nosso olho é muito eficiente então conseguimos ver as cores corretamente em qualquer situação, mas as câmeras nem sempre são tão eficientes então precisamos configura-la na luz estamos usando para que ela a interprete da forma correta. Assim o vermelho vai continuar vermelho e o azul vai continuar azul e o branco continuará branco.

Temperatura de cor
A diferença entre uma luz e outra é a temperatura de cor – medida normalmente em Kelvins.

Mudar o Balanço de Branco na câmera

Opções : luz do sol, sombra, tungstênio (aquela lâmpada antiga que gasta mais energia), lâmpada fria, tempo nublado, luz de flash, entre outros.
Também é possível medir manualmente a temperatura de cor.

Fé eterna


fotografia por Simone Bilhalva
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ISO ou ASA

ISO é a sensibilidade do sensor ou do filme.

Quanto maior o valor mais sensível é.

E quanto mais sensível mais luz é absorvida.

O último fator que controla a luz de cada exposição é a sensibilidade chamada de “ISO”.


Quanto maior o valor ISO mais sensível será o sensor ou o filme.

No geral, quando temos uma situação de bastante luz deixamos o valor ISO mais baixo para que a foto não fique superexposta. Quanto temos pouca luz deixamos o valor de ISO mais alto para que a foto não fique subexposta.

Os valores de ISO variam muito de câmera para câmera.

Valores de 80 a 3200 e muitos outros além (também chamados de “alta sensibilidade”).

O ISO e suas consequências
A mudança desse valores não afeta somente a exposição: no caso do ISO quanto maior o valor de sensibilidade mais ruído será encontrado no resultado final.
O ruído é uma aberração que deixa a imagem com “pontilhados” de iluminação e cores – deixando a imagem menos nítida.

noiva em p&b




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